Fotos: Lucas UebeL
O Grêmio segue em ritmo forte de preparação para o confronto diante do Juventude, em mais um clássico gaúcho que promete equilíbrio e muita disputa. A comissão técnica tem aproveitado os treinamentos para ajustar o posicionamento defensivo e aprimorar a transição ofensiva, pontos considerados fundamentais para superar o rival da Serra.
Durante as atividades no CT, o técnico trabalhou variações táticas e deu atenção especial às jogadas de bola parada, tanto ofensivas quanto defensivas. A expectativa é de um jogo intenso, marcado pela rivalidade e pela necessidade de pontuar na competição.
Para o confronto, o Tricolor terá baixas importantes. Alguns jogadores seguem no departamento médico, em recuperação de lesão, enquanto outros cumprem suspensão automática. As ausências exigem mudanças na escalação e podem abrir espaço para jovens da base ou atletas que vinham sendo pouco utilizados.
O atacante Tetê sofreu lesão muscular na região posterior da coxa direita e ficará afastado pelo prazo estimado de 10 a 14 dias. Já o meio-campista Willian apresentou edema muscular, está em tratamento com a fisioterapia e será avaliado diariamente.
Mesmo com os desfalques, o ambiente no grupo é de confiança. O elenco acredita na força coletiva para superar as dificuldades e buscar um resultado positivo fora de casa.
A partida diante do Juventude é vista como estratégica na sequência da temporada, e o Grêmio aposta na concentração e no foco para voltar com um bom resultado.
Luís Castro reuniu os jogadores no Campo 2 e comandou um treino técnico de posse de bola, utilizando todo o grupo em metade do campo. A dinâmica contou com três equipes duelando simultaneamente. Aquela que detinha a posse tinha como objetivo mantê-la pelo maior tempo possível, com movimentação, velocidade de raciocínio e passes rápidos para encontrar espaços e escapar da pressão adversária.
Na sequência, a parte técnica se mesclou à parte tática. Luís Castro trabalhou o posicionamento da equipe na transição do setor defensivo para o ataque, além da recomposição sem bola e da marcação ao adversário. A atividade contou com o revezamento de todo o grupo.
Já no Campo 1, os atletas participaram de uma dinâmica de ataque contra defesa, com jogadas pelas laterais e sempre com maior número de homens de frente aparecendo na área para finalizar. Logo depois, Castro orientou uma atividade tática simulando situações de jogo, que se desenvolveu até o fim do trabalho.